Como toda transação de uma blockchain pública fica registrada, é possível seguir o caminho do dinheiro. Entenda como esse rastreamento funciona, por que ele depende de suposições e quem pode usá-lo.
Auditoria reduz o risco de um contrato inteligente, mas não o elimina. Entenda o que os auditores examinam, com quais ferramentas, e o que fica fora do alcance deles.
Toda carteira de criptomoedas responde a uma pergunta: quem controla a chave privada? A resposta define quem pode mover os fundos, quem pode perdê-los e a quem você terá de recorrer se algo der errado.
A diferença entre hot wallet e cold wallet está em um detalhe: se a chave privada fica ou não em um aparelho conectado à internet. Esse detalhe muda quais ataques funcionam contra você, mas não elimina todos.
Tokenomics é o conjunto de regras que define quantos tokens existem, quem os recebe, quando chegam ao mercado e para que servem. Ler essas regras não diz se um projeto é bom, mas mostra quem ganha e quem assume o risco.
A computação multipartidária permite que várias partes calculem um resultado juntas sem que nenhuma veja os dados das outras. Veja como funciona, de onde veio e como é usada para proteger chaves criptográficas.
Um contrato inteligente é um programa que executa regras sozinho numa blockchain. Veja de onde veio a ideia, como ele funciona, onde costuma falhar e qual é o seu lugar no direito brasileiro.
Ter o token na carteira não quer dizer controlar o ativo. Num ativo tokenizado, a guarda se divide entre quem segura o bem, quem registra a titularidade, quem tem as chaves e quem administra o contrato.
Quando um fundo, um banco ou uma corretora guarda criptoativos de terceiros, o trabalho vai muito além de ter uma carteira. Envolve proteger chaves privadas, separar patrimônios, conciliar registros e provar que o ativo existe.
Na exchange centralizada, uma empresa guarda seus ativos e casa as ordens. Na descentralizada, você negocia direto com contratos inteligentes. Cada modelo troca um conjunto de riscos por outro.
Pirâmides, corretoras falsas, falsos romances, falso suporte e promessas de lucro garantido. Veja como esses golpes funcionam, como checar uma oferta antes de transferir qualquer valor e a quem recorrer no Brasil.
A identidade descentralizada promete que você, e não uma plataforma, controle seus identificadores e dados. Veja como DIDs e carteiras funcionam, onde há blockchain e onde ela não é necessária.
Memecoins nascem de piadas, personagens e modas da internet e valem o que o mercado quiser pagar. Saiba por que elas se multiplicam e por que o risco de perda é tão alto.
Em finanças descentralizadas, quem decide se um empréstimo será liquidado é um número: o preço informado pelo oráculo. Entender de onde vem esse número e como ele pode ser distorcido explica boa parte dos ataques a protocolos DeFi.
Golpistas não precisam quebrar a criptografia de uma carteira. Basta convencer você a entregar a frase-semente, assinar uma permissão ou copiar o endereço errado.
Blockchains não conversam entre si. As pontes fazem essa ligação guardando ativos de um lado e emitindo representações do outro, e por isso viraram um dos alvos preferidos de ataques.
Corretoras e custodiantes de criptoativos têm as mesmas obrigações básicas de um banco contra a lavagem de dinheiro. Entenda quais são, de onde vêm e por que a plataforma pode pedir documentos ou segurar uma transferência.
Em Bitcoin e Ethereum, qualquer pessoa vê valores, datas e endereços de todas as transações. O que protege você é apenas a distância entre esses endereços e o seu nome, e essa distância costuma ser menor do que parece.
Muitos contratos inteligentes têm um dono capaz de pausar, mudar regras ou trocar o código. Entenda que poderes são esses, por que concentram risco e o que os limita.
As 12 ou 24 palavras que sua carteira mostra na criação são, na prática, a própria carteira. Veja como guardá-las sem expô-las e sem correr o risco de perdê-las.
Uma prova de conhecimento zero convence alguém de que uma afirmação é verdadeira sem mostrar a informação que a sustenta. Veja como isso é possível, para que serve e onde estão os limites.
O sequestro de dados com pedido de resgate virou uma indústria, e as criptomoedas são o seu meio de pagamento preferido. Entenda como o dinheiro flui, o que os números oficiais mostram e quais medidas de prevenção e resposta as autoridades recomendam.
Nenhuma checagem garante que um protocolo DeFi é seguro. Mas algumas perguntas, quase todas verificáveis por você, mostram onde estão os riscos antes de você depositar.