O limite de 21 milhões de bitcoins não está escrito em um contrato nem depende de um banco central. Ele é consequência de uma regra de emissão no código, verificada por cada computador da rede.
Bitcoin e Ethereum são as duas blockchains mais citadas, mas foram desenhadas para problemas diferentes. Entender essas escolhas de projeto explica quase todas as outras diferenças entre elas.
A blockchain do Bitcoin é um registro público que ninguém controla sozinho e que fica mais difícil de alterar a cada dez minutos. Entenda, peça por peça, como isso funciona.
Toda carteira de criptomoedas responde a uma pergunta: quem controla a chave privada? A resposta define quem pode mover os fundos, quem pode perdê-los e a quem você terá de recorrer se algo der errado.
A diferença entre hot wallet e cold wallet está em um detalhe: se a chave privada fica ou não em um aparelho conectado à internet. Esse detalhe muda quais ataques funcionam contra você, mas não elimina todos.
Tokenomics é o conjunto de regras que define quantos tokens existem, quem os recebe, quando chegam ao mercado e para que servem. Ler essas regras não diz se um projeto é bom, mas mostra quem ganha e quem assume o risco.
Rollups processam transações fora do Ethereum e usam a rede principal como âncora. Entender as peças internas mostra de onde vem a capacidade extra e onde mora a confiança.
A tributação de criptomoedas no Brasil depende de onde o ativo está custodiado. Operações no país seguem uma regra; ativos em plataformas no exterior seguem outra, mais dura, desde 2024. E a forma de informar a Receita mudou em julho de 2026.
Quando um fundo, um banco ou uma corretora guarda criptoativos de terceiros, o trabalho vai muito além de ter uma carteira. Envolve proteger chaves privadas, separar patrimônios, conciliar registros e provar que o ativo existe.
Na exchange centralizada, uma empresa guarda seus ativos e casa as ordens. Na descentralizada, você negocia direto com contratos inteligentes. Cada modelo troca um conjunto de riscos por outro.
Pirâmides, corretoras falsas, falsos romances, falso suporte e promessas de lucro garantido. Veja como esses golpes funcionam, como checar uma oferta antes de transferir qualquer valor e a quem recorrer no Brasil.
A cada 210 mil blocos, a quantidade de bitcoins novos criada por bloco cai pela metade. Veja de onde vem essa regra, o que ela muda de fato e o que é apenas narrativa de mercado.
Blockchains públicas processam poucas transações para continuar abertas e seguras. As redes de camada 2 tentam resolver isso tirando o trabalho da rede principal, mas trazem riscos próprios.
Desde dezembro de 2024, a União Europeia tem uma regra única para ofertas de criptoativos e para as empresas que os negociam e guardam. Veja o que ela cobre, o que deixa de fora e o que mudou com o fim da transição em julho de 2026.
Minerar Bitcoin é competir para produzir o próximo bloco da cadeia. Veja o que os mineradores calculam, como a rede mantém o ritmo de um bloco a cada dez minutos e por que o consumo de energia divide opiniões.
Bitcoin é ao mesmo tempo uma rede, um conjunto de regras e uma unidade de valor digital. Veja como as peças se encaixam, de onde vem a segurança do sistema e quais riscos acompanham quem o utiliza.
Uma DAO é um grupo que guarda recursos e toma decisões por meio de contratos inteligentes e votação na blockchain. Na prática, o poder costuma se concentrar, e o rótulo não resolve questões jurídicas.
DeFi é o nome dado a serviços financeiros oferecidos por programas que rodam em blockchains, sem um banco ou corretora no meio. A promessa é de acesso aberto; os riscos são de código, de governança e de mercado.
O Ethereum é uma blockchain em que qualquer pessoa pode publicar programas que rodam do mesmo jeito em milhares de computadores. Veja como as peças funcionam e onde estão os riscos.
Memecoins nascem de piadas, personagens e modas da internet e valem o que o mercado quiser pagar. Saiba por que elas se multiplicam e por que o risco de perda é tão alto.
Stablecoins são criptoativos feitos para valer sempre o mesmo que uma moeda, quase sempre o dólar. Veja o que sustenta essa promessa, em que situações ela já se rompeu e quais riscos ficam com quem usa.
Golpistas não precisam quebrar a criptografia de uma carteira. Basta convencer você a entregar a frase-semente, assinar uma permissão ou copiar o endereço errado.
Blockchains não conversam entre si. As pontes fazem essa ligação guardando ativos de um lado e emitindo representações do outro, e por isso viraram um dos alvos preferidos de ataques.
Bitcoin usa prova de trabalho; o Ethereum trocou para prova de participação em 2022. Veja como cada modelo protege a rede, quanto custa atacá-la, quando uma transação vira definitiva e quais riscos cada desenho carrega.
As 12 ou 24 palavras que sua carteira mostra na criação são, na prática, a própria carteira. Veja como guardá-las sem expô-las e sem correr o risco de perdê-las.
O sequestro de dados com pedido de resgate virou uma indústria, e as criptomoedas são o seu meio de pagamento preferido. Entenda como o dinheiro flui, o que os números oficiais mostram e quais medidas de prevenção e resposta as autoridades recomendam.
No Brasil, nenhum órgão sozinho cuida das criptomoedas. O Banco Central supervisiona as corretoras, a CVM entra quando o token é investimento, a Receita recebe informações e o Coaf recebe alertas de lavagem.
Staking é depositar criptoativos para ajudar a validar uma rede de prova de participação e receber recompensas por isso. Entenda de onde vem esse pagamento, por que ele não é garantido e o que você arrisca em cada modalidade.
USDT e USDC prometem a mesma coisa: um token que vale um dólar. Mas os emissores, as reservas, as regras de resgate e o enquadramento regulatório são diferentes. Veja o que os documentos oficiais mostram.