Como toda transação de uma blockchain pública fica registrada, é possível seguir o caminho do dinheiro. Entenda como esse rastreamento funciona, por que ele depende de suposições e quem pode usá-lo.
Auditoria reduz o risco de um contrato inteligente, mas não o elimina. Entenda o que os auditores examinam, com quais ferramentas, e o que fica fora do alcance deles.
Bitcoin e Ethereum são as duas blockchains mais citadas, mas foram desenhadas para problemas diferentes. Entender essas escolhas de projeto explica quase todas as outras diferenças entre elas.
A blockchain dificulta alterar um registro depois de feito, mas não garante que ele estava certo quando entrou. Veja o que os projetos reais mostram e onde está o limite.
A blockchain do Bitcoin é um registro público que ninguém controla sozinho e que fica mais difícil de alterar a cada dez minutos. Entenda, peça por peça, como isso funciona.
Registrar cada gasto público em blockchain parece a solução definitiva contra a corrupção. Veja o que os pilotos e os relatórios oficiais encontraram e quais limites continuam de pé.
A diferença entre blockchain pública e privada não é só de acesso. Ela muda o consenso, a privacidade, a governança e, principalmente, em quem você precisa confiar. Veja como cada modelo funciona e quando cada um faz sentido.
Rollups processam transações fora do Ethereum e usam a rede principal como âncora. Entender as peças internas mostra de onde vem a capacidade extra e onde mora a confiança.
A computação multipartidária permite que várias partes calculem um resultado juntas sem que nenhuma veja os dados das outras. Veja como funciona, de onde veio e como é usada para proteger chaves criptográficas.
Num imóvel, num recebível ou numa debênture em token, o contrato inteligente aplica regras. Ele não garante o ativo, não substitui o contrato jurídico e pode ter administradores com poderes amplos.
Um contrato inteligente é um programa que executa regras sozinho numa blockchain. Veja de onde veio a ideia, como ele funciona, onde costuma falhar e qual é o seu lugar no direito brasileiro.
Uma credencial verificável é um documento digital cuja origem e integridade podem ser conferidas por qualquer um. Entenda os papéis, o que a verificação prova e onde ela já é usada.
Na exchange centralizada, uma empresa guarda seus ativos e casa as ordens. Na descentralizada, você negocia direto com contratos inteligentes. Cada modelo troca um conjunto de riscos por outro.
A identidade descentralizada promete que você, e não uma plataforma, controle seus identificadores e dados. Veja como DIDs e carteiras funcionam, onde há blockchain e onde ela não é necessária.
Blockchains públicas processam poucas transações para continuar abertas e seguras. As redes de camada 2 tentam resolver isso tirando o trabalho da rede principal, mas trazem riscos próprios.
A LGPD parte do princípio de que dados pessoais podem ser corrigidos e apagados. A blockchain foi desenhada para que nada seja alterado. Entender esse choque, e as saídas técnicas que existem, evita projetos que já nascem em desacordo com a lei.
Toda blockchain precisa que computadores que não se conhecem concordem sobre a mesma lista de transações. Veja as grandes famílias de consenso, o que cada uma garante e o que cada uma sacrifica.
Desde dezembro de 2024, a União Europeia tem uma regra única para ofertas de criptoativos e para as empresas que os negociam e guardam. Veja o que ela cobre, o que deixa de fora e o que mudou com o fim da transição em julho de 2026.
Bitcoin é ao mesmo tempo uma rede, um conjunto de regras e uma unidade de valor digital. Veja como as peças se encaixam, de onde vem a segurança do sistema e quais riscos acompanham quem o utiliza.
Uma DAO é um grupo que guarda recursos e toma decisões por meio de contratos inteligentes e votação na blockchain. Na prática, o poder costuma se concentrar, e o rótulo não resolve questões jurídicas.
DeFi é o nome dado a serviços financeiros oferecidos por programas que rodam em blockchains, sem um banco ou corretora no meio. A promessa é de acesso aberto; os riscos são de código, de governança e de mercado.
O Ethereum é uma blockchain em que qualquer pessoa pode publicar programas que rodam do mesmo jeito em milhares de computadores. Veja como as peças funcionam e onde estão os riscos.
Em finanças descentralizadas, quem decide se um empréstimo será liquidado é um número: o preço informado pelo oráculo. Entender de onde vem esse número e como ele pode ser distorcido explica boa parte dos ataques a protocolos DeFi.
Uma blockchain não sabe se o aluguel foi pago, se o ouro está no cofre ou quanto vale uma cota. Quem leva essa informação para dentro da rede é o oráculo, e é nele que mora boa parte da confiança de um ativo tokenizado.
Golpistas não precisam quebrar a criptografia de uma carteira. Basta convencer você a entregar a frase-semente, assinar uma permissão ou copiar o endereço errado.
Blockchains não conversam entre si. As pontes fazem essa ligação guardando ativos de um lado e emitindo representações do outro, e por isso viraram um dos alvos preferidos de ataques.
Em Bitcoin e Ethereum, qualquer pessoa vê valores, datas e endereços de todas as transações. O que protege você é apenas a distância entre esses endereços e o seu nome, e essa distância costuma ser menor do que parece.
Muitos contratos inteligentes têm um dono capaz de pausar, mudar regras ou trocar o código. Entenda que poderes são esses, por que concentram risco e o que os limita.
Bitcoin usa prova de trabalho; o Ethereum trocou para prova de participação em 2022. Veja como cada modelo protege a rede, quanto custa atacá-la, quando uma transação vira definitiva e quais riscos cada desenho carrega.
Uma prova de conhecimento zero convence alguém de que uma afirmação é verdadeira sem mostrar a informação que a sustenta. Veja como isso é possível, para que serve e onde estão os limites.
No Brasil, nenhum órgão sozinho cuida das criptomoedas. O Banco Central supervisiona as corretoras, a CVM entra quando o token é investimento, a Receita recebe informações e o Coaf recebe alertas de lavagem.
Sete jurisdições, sete calendários. Veja o que as leis e normas oficiais exigem de emissores e corretoras de stablecoins, o que já está em vigor em outubro de 2026 e o que ainda está em consulta.
Nenhuma checagem garante que um protocolo DeFi é seguro. Mas algumas perguntas, quase todas verificáveis por você, mostram onde estão os riscos antes de você depositar.
Um token pode ser igual a todos os outros da mesma emissão ou ser único. Essa escolha técnica muda o uso, a liquidez e, às vezes, o tratamento regulatório.